terça-feira, 30 de agosto de 2011

A Tempestade

A brisa vinda do mar soprava de feição dando feições de felicidade a duas gaivotas vindas de um estranho mundo que nada tinha que ver com tão majestoso panorama, arregalando as vistas a quem as pousasse por previlégio de em sorte por ali  se quedar.


O Mar, essa massa de água quão enigmática em sua imensidão, reluzente em tons esverdeados marinhos reflectindo em sombras onduladas tão magnificentes aves em azafama de voos rasantes mergulhando no infinito, prescutando os confins submersos de tanta história que ficou por contar,histórias de cor púrpura.

Ao longe uma ilha mirava-as,chispando-as provocantemente como que as convidando para baterem asas direcionando-as e por si serem acolhidas. Não se fizeram rogadas, num frenético voar super sónico à velocidade da luz encantadoramente iluminando tão brilhante cenário.Ouvia-se o som envolvente e tranquilo do marejar, dando azo a navegar em música clássica num deslumbramento total.Era inescrutável qualquer sinal de vulneraberilidade de tão majestoso bem estar com as estrelas que pairavam no infinito tecto astral.

Num recanto abrigado do assobiar do vento anicharam-se em telas feitas no ar desenhando momentos de encantos e beleza ímpar.Cortejaram-se exaustivamente, corpo anexo insuflava  crescendo de excitação,sobreaquecendo a frágil ave companheira degostando tamanho prazer pelo doce peso opressivo nela de tão insuflado membro,perdendo o presbitério,inalando prazeres proibidos,murmurando sons inpercétiveis e ofegantes de prazer, não dando sequer pelo retirar do astro rei que comprido o seu diário ritual de iluminar tão grande felicidade por de traz da ilha foi pernoitar.O ênfase da noite fez-se notar.A lua ocupara agora o deposto rei astro,espelhando calmaria num mar adormecido.Frenéticamente adormecido.

O dia raiou jovial, o sol subiu majestosamente para o seu pedestal lançando sorrisos num mar qual camalião, azulando então, contrastando com um céu cinzento obscurecido adivinhando tempestade, de mau agoiro por certo. As gaivotas sabendo bem que azimutes teriam que tomar, antecipando os memorandos deixados pelos seus antepassados em herança aconselhável, voaram para terra firme. Abrigaram-se.mas… não fossem apanhadas desprevenidas e o seu encanto quebrar contra as rochas das falésias corroídas pela erosão dos tempos…Tempos que já não tinham para amar,e voar,tais eram cépticos…a tempestade antecipou-se,engolindo-as no seu turbilhão destruidor e implacável projectando-as em esfrangalharias,acutilante...apocalipse total em sítio de nenhures...para gaudio de agoirentas aves.

5 comentários:

redjan disse...

Eh lá Lecas, andas a dar forte na medicação. Por entre um labirinto de ideias, assim tipo tika-taka do Barcelona, dá para apanhar um pouco do sentido da coisa! Menos açafrão e um toque de sal de mesa e o amigo ainda chega lá !

- disse...

Mano, tempestades vão haver sempre, e aves agoirentas nem se fala, mas existem aves raras que nunca estarão sós...fazes parte desse grupo e, se um dia estiveres ferido sabes bem onde te abrigar...
Abraço forte do teu irmão e, outras tempestades irão passar, quem sabe lá para o lado das tais aves agoirentas.
Força

Vitor disse...

A medicação é receita tua,amigo...ler,ler,e ler...mas ao tika-taka do Barcelona é contigo,Messi da pena...de escrever ;-)))

Vitor disse...

Mano,sei que estarás sempre por perto,nesta e outras tempestadas!

Abraço irmão

P. Moisão disse...

Tempestade?Bonança!...membro insuflado?Explica-nos!Se é o que estou a pensar está dito,melhor,escrito com imaginação;-)

Beijinho